Marinho: liberação do saldo retido do FGTS agora não compromete sustentabilidade do fundo

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, ponderou que o setor da construção civil tem razão na preocupação com a sustentabilidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Ele frisou que ele também compartilha dessa posição, mas garantiu que a liberação do saldo retido agora não gerará impactos.

“Ele não compromete a sustentabilidade do fundo, ele comprometerá a sustentabilidade do fundo se a gente criar isso como norma sistemática. Se a gente der continuidade a esse processo, ele pode comprometer a sustentabilidade do fundo”, disse durante a coletiva para comentar os dados do Caged de janeiro.

Marinho reiterou que sua militância para a proteção do FGTS está alinhada com a construção civil. “Estamos juntos nesse processo para manter a sustentabilidade do fundo e vamos manter a sustentabilidade do fundo”, garantiu.

A medida provisória (MP) que será editada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para autorizar o acesso aos recursos do FGTS aos trabalhadores que foram demitidos e aderiram à modalidade de saque-aniversário deve liberar entre R$ 10 bilhões e R$ 13 bilhões, segundo apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) com integrantes do governo.

Estadão Conteúdo

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