Sete mortos, entre eles uma jornalista, em ataques russos na Ucrânia

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Ataques russos na Ucrânia mataram sete pessoas, incluindo um jornalista, enquanto Moscou continua seus bombardeios, apesar das negociações a portas fechadas com Washington para chegar a uma solução para a guerra.

O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, anunciou que uma segunda reunião entre representantes russos e americanos será realizada em Istambul na quinta-feira, após as primeiras negociações na Arábia Saudita, demonstrando disposição de ambos os lados em melhorar suas relações bilaterais, afetadas pelo conflito na Ucrânia.

“Pelo menos cinco pessoas foram mortas e oito ficaram feridas nos ataques em Kostiantinivka”, informou no Telegram Vadim Filachkin, governador da região oriental de Donetsk.

Esta área é alvo de ataques constantes das forças russas, que tentam conquistar os redutos ucranianos de Chasiv Iar e Pokrovsk, importantes para a logística das tropas ucranianas.

O exército russo vem avançando lentamente há vários meses, ao custo de grandes perdas, contra forças ucranianas em menor número e menos equipadas.

O meio de comunicação ucraniano Ukrinform informou a morte de sua jornalista Tetiana Kulik na região de Kiev, cuja casa foi atingida por um drone russo na noite de terça-feira. Outro corpo também foi encontrado no local.

“Sua morte repentina comoveu seus colegas e é uma grande perda”, disse o Ukrinform em nota.

Em maio de 2023, um jornalista da AFP, Arman Soldin, foi morto em um atentado enquanto fazia uma reportagem perto de Bakhmut, na linha de frente.

A Rússia, que disse estar disposta a cooperar com a investigação francesa, nunca forneceu elementos.

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© Agence France-Presse

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